15 fatos históricos que as escolas preferem não ensinar

Você deve estar cansado de saber alguns fatos históricos comuns, sobre o País, nossa cultura e costumes, e a história que nos fez chegar à época atual como somos hoje. Bom, pelo menos você deveria saber isso, já que esses são todos fatos históricos relatados nos livros de história e insistentemente repetidos pelos professores durante a escola.

O problema, no entanto, é que a maioria das pessoas não sabem sobre alguns outros fatos históricos mais “cabeludos”, digamos assim. Isso porque, devido à natureza impura desses relatos que aconteciam à séculos atrás, as escolas preferem não ensinar.

No final das contas, as pessoas se formam e jamais tomam conhecimento de fatos históricos, no mínimo, polêmicos, como o fato das mulheres reais, durante séculos, terem plateias para colocar seus filhos no mundo; ou porque aconteceu a primeira condenação à morte nos Estados Unidos (acredite, é de ficar de queixo caído!).

Outro dos fatos históricos que a maioria de nós não toma consciência é sobre a malícia dos nobre do século 18, o que inspiravam até mesmo a criação de quartos secretos, destinados à “atividades nada inocentes”. Isso, sem contar os fatos históricos reais que levaram à invenção dos confessionários fechados, pela Igreja (tenso).

Bom, se você também faz parte da grande maioria que não sabe sobre nada disso, fique sabendo que teremos prazer em compartilhar com você, caro leitor, um dose de verdade sobre alguns fatos históricos. A gente só espera que você não fique muito chocado!

Confira, abaixo, alguns fatos históricos que as escolas preferem não ensinar:

1. Anne Frank era muito curiosa sobre suas partes íntimas e escreveu várias páginas sobre menstruação e masturbação em seus escritos originais.

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A versão de seu diário, conhecida e trabalhada hoje em dia em algumas escolas, é editada. Quase tudo sobre esses assuntos foi deixado de fora da publicação.

2. O presidente Warren Harding, que governou os Estados Unidos entre os anos de 1921 e 1923, trocou mais de 1000 páginas de cartas eróticas com sua amante de 15 anos, Carrie Phillips.

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Embora ninguém mencione esse é um dos fatos históricos mais escandalosos do País, já que as cartas do então presidente incluíam convites à menina para ficar “molhadinha” e várias referências ao seu amigo “Jerry”, nome carinhoso pelo qual Harding chamava seu órgão.

3. Por séculos, mulheres da família real, na Europa, davam à luz em frente a vários espectadores.

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Esse foi um forte costume entre os franceses por séculos. Dizem até que Marie Antoinette quase morreu quando uma multidão de plebeus invadiu seu quarto, em Versailles, quando o médico gritou “o bebê está chegando!”.

4. Na verdade, confessionários foram inventados pela Igreja não para dar privacidade aos fiéis que queriam confessar seus pecados aos padres, mas para impedir que os sacerdotes tivessem contato físico e até mesmo relações sexuais com as jovens que costumavam frequentar as confissões.

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O tal problema ficou conhecido como “solicitação” e forçou a Igreja a decretar que “mulheres devem ser ouvidas somente através de grades de confessionários fechados ou em barracas abertas, no corpo da igreja, ou mesmo em capelas abertas e muito bem iluminadas”.

5. Catarina, A Grande; imperatriz da Rússia durante o século 18, tinha uma “sala de sexo” secreta, cheia de móveis decorados com órgãos masculinos eretos, pernas femininas abertas, bocas de mulheres “ocupadas” (se é que vocês entendem) e assim por diante. Tudo, claro, finamente decorado com folhas de ouro.

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O tal quarto ficou em segredo por muito tempo, até que os soldados soviéticos o descobriram durante a Segunda Guerra Mundial.

6. Silphium era o nome de uma planta, usada pelos antigos romanos, como contraceptivo natural. Ela era tão valiosa que sua imagem e a imagem (à direita) de sua semente (à esquerda) foram impressas em moedas de pratas correntes na época.

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Aliás, historiadores acreditam que o formato da semente da silphium deu origem ao formato que conhecemos hoje como o de um coração.

7. A primeira exibição pública de um filme projetado aconteceu em 28 de dezembro de 1895. Menos de um ano depois foi lançado o primeiro e mais antigo filme pornô do mundo, Le Coucher de la Mariée.

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8. Mozart escreveu um cânone chamado “Leck Mich im Arsch”, que quer dizer, basicamente, “Lamba minha bun..”. Essa aliás, foi apenas uma das várias peças “sujas” que ele compôs.

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9. Gandhi conduziu experimentos bizarros sobre castidade, durante os quais meninos e meninas tomavam banho e dormiam juntos, mas eram punidos por qualquer conversa ou contato físico.

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Aliás, o próprio Gandhi dormia e tomava banho com seu assistente pessoal, mas alegava que não havia nada indecente entre os dois, já que nos momentos considerados inapropriados, ele mantinha os olhos fechados…

10. O filósofo Jean-Jacques Rousseau ficou tão obcecado pela ideia de ser espancado que ele admitiu que abaixava as calças em público e perseguia as mulheres que passavam pela rua.

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Rousseau admitiu, em sua autobiografia, Confissões, essa tara por palmadas eróticas.

11. Durante a ocupação nazista na Noruega, combatentes da resistência se infiltraram em uma fábrica de sardinhas e encheram as latas com óleo de cróton, um poderoso laxante.

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As sardinhas alteradas, então, foram normalmente enviadas á tripulação dos submarinos alemães que, com certeza, viveu maus momentos depois de consumir os peixes.

12. Em 7 de setembro de 1642, Thomas Granger se tornou o primeiro condenado à morte dos Estados Unidos. Ele foi julgado e condenado por zoofilia e atos obscenos contra uma vaca, duas cabras, ovelhas, dois bezerros e um peru…

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13. Durante uma entrevista, o então presidente dos Estados Unidos, Lyndon B. Johnson, se sentiu tão pressionado por um jornalista que perguntava a ele repetidas vezes porque as tropas americanas estavam no Vietnã, que o político simplesmente abriu o zíper, puxou seu órgão e disse: “É por isso!”.

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O incidente foi relatado pelo biógrafo Robert Dallek e, aparentemente, depois disso, o repórter parou de fazer a mesma pergunta.

14. Mulheres que tinham desejos, por muitos anos, foram diagnosticadas com “histeria”. O tratamento da “doença” consistia em um “trabalho manual” dos médicos.

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O serviço dos médicos era tão requisitado que, temendo a saúde de seus punhos, eles acabaram inventando uma “máquina capacitada” para substituí-los, também chamada de vibrador.

15. Quando o País de Gales se tornou parte do Reino Unido, a punição a uma pessoa que molestava um carneiro, por exemplo, era menos grave que o castigo dado a um ladrão. No primeiro caso, tinha-se um dedo cortado. No segundo, por outro lado, perdia-se toda a mão.

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E agora, entendeu porque esses fatos históricos não são ensinados nas escolas?

Fonte: Segredos do Mundo

Redação Metropolitana

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