Na hora de falar, não tem errado, tá ligado?

O importante na hora falar é que a comunicação role. Até porque, a língua que a gente fala, é bem diferente daquela que a gente usa para escrever uma redação ou em uma conversa mais formal, fora isso, não existe certo ou errado.

Geral sabe que o mais divertido na hora de conversar é poder falar do seu jeito, com as próprias gírias, né não? Mas você sabia que muito antes de nascer, os seus pais e os seus avós já usavam gírias? Pois é. Algumas a gente até conhece, e ainda tira um sarro, outras, nem fazíamos ideia que existiam.

Outra curiosidade. Muitas vezes, um jeito de falar considerado errado é na verdade um jeito antigo de falar. “Pranta, “frecha”, já foram usadas pelo poeta português Luís de Camões, no século 16, em “Os Lusíadas”. E tem brasileiro que fala o português antigo até hoje, principalmente no interior.

A gente separou o antes e o depois de algumas gírias que ainda são usadas, mas são faladas de maneira diferente:

Cafona – Zuado

Carango – Possante

Chapa – Parça

Duca – Top

Esticada – Rolê

Xabu – Treta

Pão – Gato

Tremendão – Boy Magia

Bode – Deu ruim

Tutu – Bufunfa

Pitel – Gata

Dondoca – Patricinha

Fichinha – Suave

Grilado – Bolado

Pindaíba – Zerado

Supimpa – Bacana

Algumas gírias são bem difíceis de explicar, como: séloco, véi, tipo… Essas mais usadas pela galera em geral. E algumas até surgem com os virais da internet. Quer exemplos? “Tácale pau”, “Êta Xeovana”, “Segura esse forninho”, “Meu óculos, ninguém sai”e por aí vai. É uma infinidade de jeitos e trejeitos que a cada dia aparecem e ganham cada vez mais força nas rodas de conversa.

Redação Metropolitana

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