Veja as cidades que cancelaram o carnaval por falta de água

A crise hídrica no sudeste do Brasil não afeta somente o dia-a-dia da população e, por isso alguns municípios decidiram cancelar o carnaval.

Confira quais são essas cidades:

Araras (SP) – oficializou o cancelamento do carnaval no fim de janeiro; a população da cidade está em rodízio desde outubro.

Cordeirópolis (SP) – decretou estado de calamidade pública desde junho de 2014 por conta da falta de água e temia não conseguir suprir a demanda de visitantes.

Catanduva (SP) – a prefeitura preferiu cancelar a festa e investir os recursos no combate à dengue, que tem a crise hídrica como um dos principais fatores para o aumento da doença, segundo o próprio ministro da Saúde. Cerca de R$ 1,5 milhão serão economizados.

Penápolis (SP) – cancelou o evento que a cidade chama de Carnaval Popular para, assim como Catanduva, priorizar o combate à dengue.

Orlândia (SP) – com o cancelamento do carnaval, a cidade economiza verba de R$ 300 mil, que serão investidos na compra de um reservatório de água.

Estiva Gerbi (SP) – a cidade, que vem sofrendo desde o ano passado com cortes de água no abastecimento, cancelou o carnaval para economizar.

Penápolis (SP) – cancelou o evento que a cidade chama de Carnaval Popularpara, assim como Catanduva, priorizar o combate à dengue.

Orlândia (SP) – com o cancelamento do carnaval, a cidade economiza verba de R$ 300 mil, que serão investidos na compra de um reservatório de água.

Estiva Gerbi (SP) – a cidade, que vem sofrendo desde o ano passado com cortes de água no abastecimento, cancelou o carnaval para economizar.

Itapecerica (MG) – falta água em regiões da cidade por até três dias na semana. A cidade seguiu a recomendação do Ministério Público e cancelou o evento. No ano passado, a cidade recebeu cerca de 20 mil turistas.

Itaguara (MG) – prefeitura do município diz que Itaguara não terá carnaval pois a cidade passa pela “mais grave crise hídrica da história”.

Oliveira (MG) – comunicado oficial da prefeitura diz que “o cancelamento [do carnaval] se justifica, especialmente, pelas dificuldades no abastecimento de água” e lembra que o município já passa por racionamento em algumas regiões.

 São Gonçalo do Pará (MG) – a prefeitura preferiu cancelar o evento por causa a crise hídrica. Durante o carnaval de 2014, faltou água na cidade no período do Carnaval.

Carmópolis de Minas (MG) – nota no site da prefeitura diz que “além dos problemas com a aglomeração de foliões, o município está se precavendo de possíveis racionamentos ou falta de água como os vivenciados por vários municípios, devido ao baixo volume de chuvas”.

Carmo da Mata (MG) – segundo a prefeitura, a “festividade poderia gerar
um consumo muito elevado de água e, consequentemente, prejudicar o abastecimento da cidade”.

São Francisco de Paula (MG) – cancelado, segundo nota publicada no site da prefeitura, por questões de segurança pública e ‘para que não haja comprometimento no abastecimento de água da cidade”.

Itabira (MG) – os reservatórios da cidade estão capacidade mínima e já utilizando o volume morto. Os habitantes estão em racionamento desde setembro.

Passatempo (MG) – em nota oficial no Facebook da prefeitura, o motivo de cancelamento do carnaval é a “provável falta de água que poderia ocorrer nas festividades”. A situação hídrica no município está em sinal de alerta e a cidade, que não possui represa, poderia sofrer um colapso no abastecimento durante o carnaval.

Campina Verde (MG) – a juíza Eleusa Gomes concedeu uma liminar proibindo a festa na cidade. No carnaval, segundo ela, “pessoas enchem caminhonetes de água para se refrescarem”. A juíza disse ainda que “há a necessidade de gastos com inúmeros caminhões de água para lavarem as ruas em todas as manhãs de carnaval”.

 

Por Raiane Saraiva

Redação Metropolitana

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