Você sofre de amor patológico? Veja:

Você vive na “sombra” do seu parceiro? Cuidado, você pode sofrer de amor patológico.

Amor a primeira vista, amor de verão, amor de infância, amor fraterno… É inegável que existem muitas formas de amar, mas nem sempre esse sentimento é tão positivo quanto deveria ser. É o caso do amor patológico, que de tão sério é tratado como um transtorno psiquiátrico.

Características do amor patológico

De acordo com Psicólogos, quando esse comportamento se torna intenso e repetitivo, acaba trazendo prejuízos à vida pessoal, profissional e social. Lorena destaca alguns dos ‘sintomas’ que acompanham quem está ‘doente de amor’:

Sentimentos de abstinência (como angústia, taquicardia e suor) na ausência ou no distanciamento (mesmo que afetivo) da pessoa amada;

Cuida do parceiro mais do que deveria;

Gasta mais tempo controlando as atividades do parceiro do que as suas próprias;

Não consegue deixar de se dedicar exclusivamente à pessoas amada;

Abandona interesses e atividades antes valorizadas, como planos, atividades sociais, profissionais e pessoais;

Não consegue reverter a situação. O quadro é mantido, apesar dos problemas pessoais e familiares.

Tem solução

O indivíduo que sofre do amor patológico deve buscar ajuda de especialistas para iniciar um tratamento na psicoterapia. “Nestes casos, a terapia individual é o tratamento mais indicado”, recomenda Andrea. A terapia é indispensável porque quando o amor vira doença é comum o surgimento de quadros de depressão, fobias – como a síndrome do pânico – e ansiedade.

No entanto, o tratamento do problema só é possível se houver uma mudança de atitude da pessoa doente, ou seja, é preciso admitir que a situação está fora de controle. Em geral, as pessoas buscam ajuda profissional somente quando o relacionamento acaba ou corre risco de acabar.

Não entre nessa!

Para não fazer do amor uma obsessão, Sílvia faz algumas recomendações:

Goste mais de você antes de gostar do outro;

Não escolha um parceiro com o objetivo de preencher um vazio;

Encontre prazeres na vida (esporte, trabalho, hobby, amigos, família);

Procure se conhecer melhor e analise o que realmente quer para sua vida e que tipo de relacionamento quer manter;

Tenha consciência de que um parceiro vem para acrescentar coisas a sua vida, que se trata de um cúmplice e não de um preenchedor de vazio.

via: Bonde

 

Redação Metropolitana

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