Levantamento indica médicos fantasmas do SUS em 9 estados do país

Nove Estados brasileiros e o Distrito Federal estão sendo investigados por Tribunais de Contas, Polícia Federal e Ministérios Públicos por casos de “médicos fantasmas”, que pouco aparecem ou sequer dão as caras nos hospitais públicos.

A maioria das fraudes acontece da seguinte maneira: os médicos chegam, registram o ponto e simplesmente vão embora para atender em clínicas particulares. E o pior, é que em muitos casos, elas acontecem com a conivência do poder público e geram um problema ainda maior: aumentam ainda mais as filas de pacientes que buscam o atendimento no SUS.

Só em junho do não passado, a auditoria do Tribunal de Contas do Distrito Federal identificou 25.735 faltas indevidas de funcionários da saúde, uma média de 15 por servidor. Além das faltas, ainda existe outro “x” nessa questão. O controle da frequência é extremamente falho. Em quase metade das unidades, o registro de ponto não é eletrônico.

As fraudes nas folhas de ponto, com entradas e saídas falsas, foram descobertas após auditoria da Controladoria Geral da União perceber a baixa produtividade.

Por outro lado… As administrações de hospitais e gestores de saúde negam que haja conivência com as fraudes de médicos na rede pública, e dizem que buscam aperfeiçoar os sistemas de controle de frequência. Já o secretário­ adjunto de Saúde do Distrito Federal, José Rubens Iglésias, afirma que todas as suspeitas são investigadas e que até agora nenhuma fraude foi confirmada.

Redação Metropolitana

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