Novo modelo de rolezinho será discutido entre organizadores e Prefeitura de SP

A Prefeitura de São Paulo comunicou que vai retomar as conversas com os organizadores dos rolezinhos e pancadões para negociar novas datas e locais para que os eventos aconteçam. As negociações devem acontecer em até 10 dias.

“Nós estamos em transição, nós assumimos agora, vamos ajustar algumas coisas e dar um novo formato”, afirmou Maurício Pestana, secretário municipal de Promoção e Igualdade Racial. De acordo com o prefeito Fernando Haddad, foram liberados, recentemente, R$ 6 milhões para a Secretaria da Cultura para a cultura na periferia poder organizar festas e bailes.

Em abril, os organizadores e participantes dos pancadões foram avisados que as festas receberiam apoio, mas que precisariam obedecer algumas regras. A diversão só poderia acontecer em vias selecionadas e com horário para começar e para terminar. Além disso, os menores de 18 anos não poderiam consumir bebidas alcóolicas.

A partir de então, os rolezinhos passaram a ser organizados pelas redes sociais e começaram a tomar os shoppings e parques. Desde o ano passado, só na capital paulista aconteceram cerca de 20 rolezinhos em praças pelas cidade.

“Os jovens que estavam nas atividades eles já não tem acesso à cultura, lazer, educação precária que a gente tem na periferia de São Paulo e a gente estava conseguindo levar um pouco mais de cultura, de informações, de ações sociais. A gente estava conseguindo resgatar jovens da droga, do crime”, disse Darlan Mendes, diretor da Associação Rolezinho a Voa do Brasil.

Redação Metropolitana

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