O adeus de Zé Bonitinho, o perigote das mulheres

Por volta das 5h da manhã desta quinta-feira, o Brasil ficou mais sem graça, e as câmeras do céu estavam todas voltadas para a chegada do humorista Jorge Loredo, famoso pelo personagem Zé Bonitinho.

O comediante, de 89 anos, estava internado desde o dia 3 de fevereiro no Hospital São Lucas, zona sul do Rio de Janeiro. Loredo lutava contra uma doença pulmonar grave e um enfisema pulmonar há anos, e de acordo com o boletim médico, a falência múltipla dos órgãos foi a causa da morte.

“Zé Bonitinho” estreou nas telinhas em 1960 no programa “Noites Cariocas”, com os primeiros roteiros feitos pelo mestre Chico Anysio. Em 2010, o personagem continuava na TV, no programa “A praça é nossa”. A inspiração para criar o perigote das mulheres surgiu em homenagem a um cozinheiro que Loredo conheceu em um restaurante de beira de estrada que, por ser muito feio, era chamado de Zé Bonitinho.

Olhar de conquistador, topete todo trabalhado no Gumex, bigode fino e delicado. Esse é o Zé Bonitinho que ficará eternizado com seus bordões e sua pinta de galanteador. O corpo do humorista será velado nesta sexta-feira no Memorial do Carmo, no Caju, a partir das 9h.

Vamos relembrar os bordões do perigote das mulheres?

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“Zé Bonitinho, aquele que não é café, mas vai te deixar acordada a noite toda.”

“Zé Bonitinho, aquele que não é chuveiro, mas adora deixar as mulheres molhadinhas.”

“Zé Bonitinho, aquele que não é caminhão de gás, mas a mulherada tá sempre correndo atrás.”

Redação Metropolitana

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